Interesse

Uma questão não tem saido da minha cabeça a um tempo e só hoje consegui solucioná-la com uma resposta bem simples.
Eu tinha dúvida se gostava de um amigo meu. Todos a minha volta falavam que eu gostava, e que ele gostava de mim, e quando não eram tão intransigentes em responderem por mim essa difícil questão, e me perguntavam eu sempre dizia: Não faço ideia de como eu gosto dele.
Ele é interessante, divertido, inteligente, fascinante. Ahhh como eu gosto dele... Mas ao mesmo tempo é chato, cabeça dura, brigão. AHHH COMO O ODEIO! ¬¬'
Quando ele começou a namorar, a pouco tempo, eu descobri pela internet, mas não perguntei nada, afinal de contas ele que tinha que me contar... Eu não me senti mal, fiquei feliz, mas ao mesmo tempo com muita raiva dele, acreditava que estava com ciúme, mas quando ele me contou que estava namorando fiquei muito, muito feliz mesmo por ele. Dai descobri que estava com ciúme dele não ter me contado...
Então, hoje, vindo pra casa, resolvi tentar responder a questão a muito esquecida nos meus pensamentos (se eu gostava ou não dele), e respondi da seguinte forma: Quando estamos interessadas em alguém, nós reparamos tudo. Eu por exemplo reparo os olhos, o sorriso (adooro, se tiver covinha então... *-*), os braços, as mãos (PRINCIPALMENTE!), a barriga, o bumbum (:$) e as pernas. Não necessariamente nessa ordem. E então lembrei que nunca tinha reparado em nada disso desse meu amigo. Lembrei de uma amiga minha, que apresentei a ele certa vez, ter me falado: você viu como ele tem mãos grandes? Como ele é forte?. E tal. Não. Nunca reparei. Só reparei uma vez no sorriso dele, que não me agrada. Ele é mais bonito de boca fechada (rs).
Resolvida minha questão com essa resposta bem prática, comecei a rir desta última frase que pensei (é sério, eu converso muito comigo mesma.. =D) e então lembrei, cavalo dado não se olha os dentes. É verdade? Tipo, fazendo uma analogia PÉSSIMA, namorado conquistado facilmente, não se olha os (dentes) detalhes também? Minha opinião eu deixo para outro post... Mas, e você? Concorda com a afirmativa acima?

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