Frustração

Como nos enganamos com as pessoas. É normal quando se é jovem (não que eu seja velha, mas jovem no sentido de maturidade) quebrar a cara com as pessoas. Você quando chega a uma certa idade, começa a desconfiar mais nas pessoas do que a confiar, e quando confia, depois de um longo tempo, descobre que a pessoa não era digna de sua confiança. Dai você começa a desconfiar de todas as pessoas que você já confiava, começa a omitir fatos, a mentir sobre outros, a ser hipócrita, porque você percebe que que o mundo é hipócrita. Que as pessoas sorriem para você, para depois contar os seus segredos para todos, e falar mal pelas suas costas.
Pensei em escrever sobre isso porque eu não sou esse tipo de pessoa, e por não ser esse tipo de pessoa não me encaixo neste mundo, e portanto me sinto um E.T.. Se tenho que falar de alguém, eu falo na cara, doa a quem doer, se a pessoa ficar magoada comigo eu lanço aquele tremendo F*%@-s&. Se não gostarem do meu jeito, é até melhor para mim. Por isso, tenho poucos amigos. Mas poucos e bons. Que entendem o meu jeito, muitas vezes grosseiro de dizer as coisas, na maior parte das vezes estúpido, mas reconhecem e admiram o E.T. que sou.
Mas o principal motivo meeeesmo, é que eu descobri que uma pessoa que, na realidade, eu nem confiava tanto assim, mas confiava de certa maneira, não era digna de tanta confiança assim. Veio à meu conhecimento, comentários sobre mim um tanto quanto invejosos. Eu fiquei chocada. Mas vindo de uma colega de (futura) profissão, é de se esperar.
Lição aprendida com isso: Não espere que na faculdade você irá fazer amigos eternos. Todos estão ali para a mesma coisa que você. Você preferiria que você passasse no concurso para o cargo mais bem pago do mundo (Bill Gates? rs) ou o fulano? Pense nisso. Amigos VERDADEIROS de faculdade são raros, então aproveite bem os que você conquista.
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