aDEUS.



Dizer adeus nunca é fácil, pra mim requer uma força quase que sobrehumana. Eu não gosto da perda, nem quando ela é necessária, nem quando a permanência já é dolorosa. Quando isso acontece, reclamo, digo que vou largar de mão, mas nunca é fácil, principalmente quando o fato de deixarmos faz com que deixamos também pessoas que aprendemos a gostar. Estou me referindo ao meu atual estágio enquanto escrevo esse post. Logo terei de deixá-lo, em função de vários fatores que no momento não vêm ao caso, mas estarei deixando-o com muito pesar no coração.

Em contra partida, hoje fui pela primeira vez ao meu futuro estágio, deu vontade de chorar (na verdade dá vontade de chorar até agora só de lembrar), não de tristeza, mas de felicidade por mais essa conquista. Gostei tanto, mais tanto, mais TANTO, que eu que ia lá só para pegar a relação de documentos que tenho que levar, acabei ficando para ver como era, decidindo onde seria minha mesa (nossa Marcelo, nossa.. rs), fiquei rindo atoa, como se fosse natal e papai noel tivesse trago aquilo que eu mais queria no mundo. Sei que não será fácil, mesmo tendo uma experiência adquirida, mas tenho certeza que serei muito feliz. Dessa vez, plenamente FELIZ.

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